domingo, 14 de agosto de 2011

aula/discurso sobre historia da familia

queridos amigos
montei esta aula e ou discursos, mesclei diversos artigos, tambem consultem o manual do professor do curso de introdução a historia da familia do instituto (postado aqui no marcador "manuais", tem historias lindas la
No ano passado foram realizadas em todos os templos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias mais de 5 milhões e meio de investiduras, mas por outro lado morreram no mesmo ano cerca de 50 milhões de pessoas.
“Este trabalho de exaltação por aqueles que não podemos ver é um dos mais nobres atos de bondade humana.” Afirmou o Profeta Howard W. Hunter)
 “O Profeta Joseph Smith disse: ‘A maior responsabilidade que Deus nos deu neste mundo é buscarmos nossos mortos’
As escrituras, especialmente o Livro de Mórmon, deixam claro que “lembrar” é um princípio salvador e fundamental do evangelho. Mantemos registros para nos ajudarem a lembrar do passado para viver mais fielmente no presente.
Élder Dallin Oaks, dos 12 apóstolos elucidou: "O processo pelo qual nós identificamos os nomes e datas de nascimento, casamento e morte de nossos antepassados é chamado genealogia. Genealogia é história da família. em 1987 a primeira presidência mudou o nome do Departamento de Genealogia para Departamento de História da Família e o nome da Biblioteca Genealógica de Salt Lake City para Biblioteca da História da Família.
 (Presidente Gordon B. Hinckley ensinou:
Existem milhões de pessoas em todo o mundo pesquisando para obter registros de história da família.  Por que fazem isso? Creio que foram tocadas pelo espírito dessa obra, que chamamos de espírito de Elias. É algo que volta o coração dos filhos para os pais. A maioria das pessoas não compreende o verdadeiro propósito desse trabalho e, talvez sejam movidas pela curiosidade, mas Pesquisar nossos antepassados não é apenas um passatempo para os membros da nossa Igreja. O propósito para tamanho dispêndio de tempo e dinheiro,  do qual prestamos solene testemunho, é o de identificar as gerações das pessoas falecidas para que se realizem em favor delas as ordenanças que lhes proporcionarão bênçãos e progressos eternos.
« Os verdadeiros frutos dessa busca de nomes somente podem ser colhidos na casa do Senhor: os templos. À medida que o trabalho de pesquisa de história da família cresce e progride, aumenta o número de templos. Mais templos foram construídos e dedicados nos últimos quinze anos do que em toda a história prévia da Igreja
Tenho certeza de que o Senhor nos dará permissão e orientação para continuarmos a construir esses edifícios sagrados, se formos dignos deles. A prova mais importante dessa dignidade é fazermos o trabalho de pesquisa (genealógica) que dá esteio à obra principal realizada nos templos. Esta doutrina e suas ordenanças estão plenas de amor e destinam-se a perpetuar o mais doce de todos os relacionamentos: a família eterna. (Presidente Gordon B. Hinckley. “O Espírito de Elias” (ver A Liahona, nov. 1996, pp. 20-21).
uma ordenança é um ritual ou cerimônia sagrada com ações de significado espiritual.
uma Ordenança vicária – é uma ordenança religiosa realizada por uma pessoa viva em favor de outra falecida. E só pode ser realizada nos templos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
E porque fazer ordenanças vicárias pelos mortos?
É fundamental para a compreensão de todo o cristianismo a declaração de Jesus:
“Aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”
O Batismo pelos mortos é a ordenança que tira nossos antepassados da prisão espiritual e os leva ao paraíso.
Depois da crucificação, Jesus exerceu Seu ministério no mundo espiritual, iniciando a obra missionária entre aqueles que haviam morrido sem ouvir o evangelho. 5 O batismo dessas almas é algo que logicamente seria esperado. Porém, somente um versículo do Novo Testamento refere-se diretamente a essa necessidade: “Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?”
O Presidente Spencer W. Kimball ensinou que “nosso grande papel neste aspecto da obra missionária é realizar na Terra as ordenanças necessárias aos que aceitaram o evangelho lá.”
O Élder Hunter prossegue dizendo:
“Não apenas o batismo pode ser realizado pelos mortos, mas também as investiduras; os selamentos,. Esse é o grande trabalho da dispensação da plenitude dos tempos. … A união e a redenção da família de Deus estava no plano divino antes do estabelecimento dos alicerces da Terra. Fazemos por eles o que eles não podem fazer por conta própria. É uma experiência muito reconfortante., e ninguém deve ser esquecido.”
SALVADORES DO MONTE SIÃO
A grande obra vicária por nossos antepassados em nossos templos demonstra tanto a justiça quanto a imparcialidade do evangelho de Jesus Cristo. Talvez o maior exemplo de trabalho vicário pelos mortos tenha sido o do próprio Mestre. Ele deu a vida em expiação vicária, a fim de que todos os que morrem possam viver novamente e ter a vida eterna. Ele fez por nós o que não podíamos fazer por nós mesmos. De maneira semelhante, podemos realizar ordenanças por aqueles que não tiveram a oportunidade de realizá-las em vida.”
e sermos também, assim como Jesus Cristo,  salvadores do nosso próximo”.

Brigham Young revelou:
   "Temos um trabalho tão importante a executar nesta esfera quanto o que o Salvador fez na sua. Nossos ancestrais não podem ser aperfeiçoados sem nós, nem nós sem eles. (este) é o maior trabalho que o homem pode realizar na terra. e somos comissionados a realizar essa obra.
   "Este sacerdócio tem que realizar ..., pois ele existe com esse objetivo. Considerem profundamente essa verdade”.

O QUE É O ESPÍRITO DE ELIAS?
(Presidente Gordon B. Hinckley. “O Espírito de Elias” (ver A Liahona, nov. 1996, pp. 20-21).
Em 3 de abril de 1836,  no Templo de Kirtland, Elias, o profeta apareceu entregando as chaves do trabalho no templo e o poder selador nas mãos de Joseph Smith cumprindo a profecia de Malaquias que Elias seria enviado para “voltar o coração dos pais para os filhos e os filhos para os pais, a fim de que a Terra toda não seja ferida com uma maldição”.
Joseph Smith disse que espírito do profeta Elias “É um dos maiores e mais importantes assuntos que Deus já revelou ….: resgatarmos nossos mortos, buscar seus nomes,  e unirmo-nos a nossos pais que se encontram no céu”  Alguns de nós, embora há anos na Igreja,  ainda não foram convertidos ao espírito do Profeta Elias nem sentiram  seu poder”
 ao passo que, outros, assim que conhecem o Evangelho voltam o coração em busca dos seus antecessores falecidos no anseio de encontra-los, como a exemplo do jovem Andre, de 21 anos, filho da Rose e Antonio da ala parati que antes mesmo de se batizar começou a registrar no site new family search e prontamente aceitou o convite de ser um indexador voluntário. Quão abençoado ele será! Contudo, para os que ainda não se converteram ao espírito de Elias somos admoestados da seguinte maneira:
“Estes são princípios referentes aos mortos e vivos que não podem ser encarados com descuido … Pois a sua salvação é necessária e essencial à nossa salvação … eles, sem nós, não podem ser aperfeiçoados—nem podemos nós, sem os nossos mortos, ser aperfeiçoados.” D&C 2:2-3
O Profeta Howard W. Hunter nos convida.

“Todos os membros devem participar, Nosso trabalho não é compelir todos a fazerem tudo, mas sim incentivar todos a fazerem alguma coisa. Mas todas as coisas feitas são expressão de diligência e discipulado. Todas oferecem oportunidades para sacrifício e serviço (pp. 6–7). Presidente Howard W. Hunter. Esta citação foi extraída da mensagem “We Have a Work to Do” [Temos uma Obra a Realizar], publicada na Ensign, março de 1995, pp. 64–65.

A HISTORIA DA FAMILIA E O TEMPLO

O Presidente Gordon B.  Hinckley disse: 

“A história da família e o trabalho do templo são uma coisa só. A pesquisa da história da família deve ser a principal fonte de nomes para as ordenanças do templo, e as ordenanças do templo são a principal razão da pesquisa de história da família. “Todo o nosso imenso trabalho de história da família está voltado para o trabalho do templo. Não existe outro objetivo”.. .”
A pesquisa da história da família proporciona o elo emocional que une as gerações. As ordenanças do templo formam o elo do sacerdócio. Elas são a ratificação do sacerdócio quanto à ligação que já se encontra em nosso coração. A Madre Tereza de Calcutá disse que “a solidão e o sentimento de não sermos benquistos são a mais terrível das misérias”. A idéia de que a miséria da solidão, de estarmos separados de nossos entes queridos possa estender-se além desta vida é algo realmente triste. E quando estivermos do lado de lá nada mais poderemos fazer a não ser lamentarmos ou rejubilarmo-nos.
  Julie  Beck, presidente geral da Sociedade de Socorro afirmou:.  
“Ao participarmos da obra do templo e da história da família, podemos ter certeza de que o Espírito nos consolará em nossos desafios e nos guiará em decisões importantes. O trabalho do templo e de história da família faz parte de nossa missão de prestar socorro e serviço a nossos próprios antepassados.”
Brigham Young declarou:
“Existe um trabalho a ser realizado nessa época, que o mundo inteiro parece determinado a nos impedir. É a obra de construir templos. E não esperaremos o milênio e a plenitude da glória de Deus na terra para realizar a salvação de nossos ancestrais. Quando medito sobre essas coisas, não sinto o menor desejo de descansar, mas de trabalhar com afinco durante todo o dia, pois, ao nos conscientizarmos desse fato, não temos tempo a perder.”


ADVERTENCIA POR NÃO FAZER

Quase 2 seculos depois o Élder Dallin H. Oaks  nos adverte :

“...tenho uma mensagem de suprema importância: Esta obra requer urgência. A obra que temos a realizar está além da nossa compreensão. O Senhor certamente nos ajudará se nos esforçarmos ao máximo para obedecer ao mandamento de pesquisar a história da família e realizar o trabalho do templo. Este grande trabalho e tudo o que está relacionado a ele precisa expandir-se. É absolutamente essencial!
 O papel da tecnologia para acelerar esse trabalho sagrado foi acelerado pelo próprio Senhor, que tem guiado o seu desenvolvimento e continuará a fazê-lo. Entretanto, estamos apenas no começo do que podemos fazer com essas ferramentas. Sinto que mesmo a projeção mais entusiástica consegue captar apenas uma idéia aproximada de como essas ferramentas podem nos ajudar – e das conseqüências eternas de nossos esforços.

(Élder Dallin H. Oaks, “Family History: In Wisdom and Order” [História da Família: com Sabedoria e Ordem], (Ensign, junho de 1989, pp. 6–8).

Presidente Howard W. Hunter nos alerta:

 “Alguns se dedicam à pesquisa da história da família e deixam que o trabalho do templo seja realizado por outras pessoas. Por outro lado, há membros que fazem o trabalho do templo, mas não fazem a pesquisa de história da família a respeito dos próprios antepassados. Apesar desses membros desempenharem um trabalho divino em ajudar outros, perdem bênçãos por não procurar seus próprios familiares falecidos, como divinamente orientados pelos profetas dos últimos dias”.Aprendi que os que se dedicam à história da família e, a seguir, realizam as ordenanças do templo para aqueles cujos nomes pesquisaram, conhecem a alegria adicional de receber a bênção por inteiro e não pela metade (Presidente Howard W. Hunter: Um Povo Motivado pelo Templo, A Liahona,  fevereiro de 1995, pp. 2–7).

COMO COMEÇAR, O QUE FAZER

Para começar, é preciso fazer coisas simples. Anote o que já sabe sobre sua família. Você precisará anotar o nome dos pais e dos avós com a data de nascimento, de falecimento ou casamento. Quando puder, poderá registrar o local.. Mas também pode perguntar aos parentes. Pode ser que eles até tenham algumas certidões de nascimento, casamento ou óbito. Faça cópias e organize-as. Se ficar sabendo de histórias da vida deles, anote e guarde-as. Você não está só juntando nomes. Essas pessoas que você nunca viu na vida passarão a ser amigas queridas. Seu coração e o delas ficarão unidos para sempre  (pp. 78–79). (Élder Henry B. Eyring. Esta citação é parte do discurso “Corações Unidos” (A Liahona, maio de 2005, pp. 77–80).



1- Comece por você: registre sua historia, faça um diário, registre seu batismo, missão, casamento

2- Arranje uma caixa e guarde nela alguns de seus registros importantes: Certidão de nascimento, diplomas, prêmios, diários, fotografias — qualquer coisa representativa de sua vida.
escaneie velhas fotografias .
Entreviste familiares para registrar a história da vida deles. Comece com seu parente vivo mais idoso.
EXEMPLO DO MEU AVO JOSE DAL EVEDOVE, com 94 anos. 3 meses depois ele faleceu, mas sei que esta muito feliz, pois tem a certeza de que o libertaremos dia 23 de agosto qudo completara 1 ano do seu falecimento e faremos por ele as ordenanças da salvação

Com o seu numero de membro, Abra uma conta em www.New.FamilySearch.org e insira as informações genealógicas que coletar sobre si mesmo e seus familiares.
Se possível, vá ao templo para realizar as ordenanças por eles. ENVOLVA-SE
Os especialistas de história da família das alas estão muito desejosos de ajudá-lo.
além disso eu os convido a vir ao Centro de Historia da Família de nossa estaca, aqui na capela parati, que faz parte dos  4.500 centros de história da família em todo o mundo, abertos às pessoas interessadas, independentemente de sua filiação religiosa e sem cobrar nada! Aberto todos os domingos, inclusive Hoje, das 16 as 19:30 h.
REGRAS
·                     Aqui, deste lado do véu, por existirem limites do tempo disponível e de templos nossa prioridade maior é identificar nossos próprios parentes e realizar as ordenanças por eles, começando a identificar as 4 quatro gerações. Devem pesquisar o parentesco natural, adotivo e os selamentos  e também podem enviar o nome de pessoas com quem tenham um parentesco provável, mas difícil de ser verificado, pois os registros são imprecisos; por exemplo, pessoas que têm o mesmo sobrenome e que residiram na mesma área geografica onde viveram antepassados conhecidos.
·                     A Primeira Presidência solicitou que, os direitos individuais de privacidade sejam respeitados e em 1972 escreveu: “As pessoas que enviam o nome de alguém que não seja seu antepassado direto [devem] obter a permissão do parente vivo mais próximo do falecido (nesta ordem: cônjuge, filhos, pais e irmãos) antes de enviar os registros daqueles nascidos nos últimos 95 anos”.
· Não submeta nomes de pessoas não aparentadas, incluindo nomes de pessoas famosas, ou Vítimas Judias do Holocausto.
O futuro da Historia da familia é digital
Os Cofres de Registros na Montanha de Granito em Salt Lake, detêm a maior coleção de registros de história da família do mundo. com estimados 5 bilhões de documentos históricos e mais de 15 bilhões de nomes gravados em microfilmes. Desde 1938 já foram microfilmados mais de 100 paises, e
Em 2002 iniciou-se a digitalização e hoje em 20 minutos, a informação de um rolo de microfilme é transformada em cerca de 1.200 imagens digitais de alta qualidade”. Em vez de  encomendar rolos de microfilme, os pesquisadores poderão acessar esses documentos on-line, via Internet, em seus lares. Chamada anteriormente de trabalho de extração, a indexação de dados para o FamilySearch foi lançada em setembro de 2005 e completou a marca de 1 bilhão de registros indexados no mundo, em nossa estaca, desde meados de junho deste ano os indexadores voluntários JÁ INDEXARAM 3MIL REGISTROS mais que números são almas que se tornaram visíveis e podem ser encontradas pelos que a buscam a apenas um clic do mouse.
Mas os microfilmes só deixarão de ser importantes e de serem usados quando mais voluntários  servirem como indexadores, pois faltam, 14 bilhões de nomes a serem indexados, e isso pode ser feito em casa, no horário que mais lhe convier,  baixando documentos históricos, e incluindo informações necessárias em um formulário on-line que pode ser preenchido em menos de uma hora e sentirão a alegria, que não tem preço, de fazer algo de valoroso com seu tempo, talentos e recursos com que foram tão ricamente abençoados neste século da informação
Presidente Gordon B. Hinckley enfatizou:
A obra realizada na casa do Senhor, que deve ser precedida pelo trabalho de pesquisa, está mais próxima do espírito do sacrifício do Senhor do que qualquer outra atividade que conheço. Por quê? Porque é realizada por pessoas que doam tempo e recursos sem esperar qualquer gratidão ou recompensa, fazendo por outras pessoas o que elas não podem fazer por si mesmas (ver pp. 20-21). (Presidente Gordon B. Hinckley. “O Espírito de Elias” (ver A Liahona, nov. 1996, pp. 20-21).
 e as bênçãos por se fazer as historia da família são incomparáveis:
 Uma vez que tenha começado esse projeto, coisas muito interessantes e inspiradoras acontecerão. Não é possível fazer esse trabalho sem que você acabe sentindo o Espírito. Coisas muito interessantes vão começar a acontecer quando você mostrar interesse no trabalho de registrar a história de sua própria família. É um princípio infalível. Há muitos, inúmeros testemunhos sobre isso. Aconteceu comigo,  Acontecerá com você (pp. 15-16).
Presidente Boyd K. Packer  afirmou:
“Quando pesquisamos nossa própria linhagem, passamos a nos interessar mais do que por simples nomes ou pela quantidade de informações que enviamos ao templo. Nosso interesse faz com que nosso coração se volte para nossos antepassados — procuramos encontrá-los, conhecê-los e servi-los. Assim ajuntamos tesouros no céu.”
(Presidente Boyd K. Packer, presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, “Sua História Familiar: — Como Começar”, A Liahona, agosto de 2003, p. 17.
A promessa feita quanto ao trabalho de história da família e do templo é a de uma união eterna baseada no amor e nas ordenanças do sacerdócio.
Irmãos e irmãs, o trabalho de história da família e do templo são as recordaçõe familiares que formam elos que unem as gerações de nossa família, nos mantém ativos na Igreja, e que levam ao templo (Elos e Recordações Eternas” publicado em A Liahona, julho de 1999, pp. 84-85.)

O Profeta Howard W. Hunter prometeu:

“Ao freqüentarmos o templo e realizarmos o trabalho pelos mortos, adquirimos um profundo sentimento de estar associados a Deus e um melhor entendimento de Seu plano de salvação para a humanidade. Aprendemos a amar nosso próximo como a nós mesmos. Verdadeiramente, não há obra igual à realizada no templo.”
. Esta citação foi extraída da mensagem “We Have a Work to Do” [Temos uma Obra a Realizar], publicada na Ensign, março de 1995, pp. 64–65.

FINAL
  
(Gordon B Hinckley, Liahona nov 2004)
 “O processo de encontrar antepassados um a um, pode ser desafiador, porém é emocionante e recompensador. Sentimos uma orientação espiritual, com freqüência, ao buscarmos as fontes que os identificarão. Por ser um trabalho muito espiritual, podemos esperar ajuda vinda do outro lado do véu. Sentimos a influência daqueles que esperam que os encontremos para que as ordenanças a seu favor sejam realizadas. Este é um serviço cristão, porque estamos fazendo algo por eles que eles não podem realizar por si mesmos. Nenhuma mente mortal poderia conceber esta obra divina. É uma evidência da restauração da plenitude do evangelho (Pres. Hinckley)
 “Somos constantemente afetados por sentimentos egoístas. Precisamos superá-los, e não há melhor maneira de fazê-lo, do que ir à casa do Senhor e lá servirmos tendo um relacionamento vicário com os que estão além do véu. Que coisa notável! Na maioria dos casos, não conhecemos aqueles por quem fazemos o trabalho. Não esperamos gratidão. Nem temos certeza de que eles aceitarão o que lhes oferecemos. Mas seguimos em frente e, nesse processo, alcançamos um estado altruísta que não atingiríamos de nenhuma outra forma. Tornamo-nos literalmente salvadores no monte Sião. O que isso significa? Assim como o Redentor deu Sua vida em sacrifício vicário por todos os homens e, ao fazê-lo, tornou-Se nosso Salvador, nós também, numa ínfima proporção, quando nos envolvemos com o trabalho vicário no templo, nos tornamos salvadores para os que estão do outro lado e não têm meios de progredir, a não ser que algo seja feito, em seu benefício, pelos que estão na Terra.
E assim, convido-os a aproveitarem mais esse privilégio abençoado. Ele aprimorará sua natureza. Arrancará a casca do egoísmo dentro da qual a maioria de nós vive. Literalmente, ele trará um elemento purificador à nossa vida e nos tornará melhores homens e mulheres.” (Gordon B Hinckley, Liahona nov 2004)


O TEMPLO E A HISTÓRIA DA FAMÍLIA

Escrituras

Malaquias 4:5–6; 128:24
Os espíritos no mundo espiritual foram ensinados a respeito do batismo vicário para a remissão dos pecados ; D&C 138:29–34
  • Dizei aos presos: Saí ; Isa. 49:9 ( Isa. 24:22 1 Né. 21:9 )
  • O Senhor enviou-me a proclamar liberdade aos cativos ; Isa. 61:1 ( Lc. 4:18 )
  • Ele converterá o coração dos pais aos filhos ; Mal. 4:5–6 ( 3 Né. 25:5–6 D&C 110:13–16 )
  • Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus ; Jo. 5:25
  • Por que se batizam eles então pelos mortos? ; I Cor. 15:29
  • Cristo pregou aos espíritos em prisão ; I Ped. 3:18–20
  • Por isto foi pregado o evangelho também aos mortos ; I Ped. 4:6
  • O Filho visitou os espíritos em prisão ; D&C 76:73
  • Então virá a redenção daqueles que receberam sua parte naquela prisão ; D&C 88:99
  • Não existe na Terra uma fonte batismal onde os meus santos possam ser batizados pelos que estão mortos ; D&C 124:29
  • Todos os que morrem sem o conhecimento do evangelho e que o teriam recebido serão herdeiros do reino celestial ; D&C 137:7–10
  • O Filho de Deus apareceu, anunciando a liberdade aos cativos que tinham sido fiéis ; D&C 138:18
  • Saíram quantos espíritos estavam em prisão ; Mois. 7:57

Um comentário:

  1. Estou muito contente em saber que existe muitas almas nos esperando e acredito ser muito egoismo de nossa parte não encontra-los, muito obrigado pela mensagem esclarecedora sobre a História da Família e do Trabalho do Templo, pode me dar mais animo para cumprir este mandamento de salvas almas. Eduardo Fontinele Azevedo. Que o senhor lhe abençoe.

    ResponderExcluir